quinta-feira, 25 de outubro de 2012

22 de outubro de 1949. Inauguração do Palácio José de Anchieta, sede do poder executivo do município de Magé.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

SANTO ALEIXO

História

Localiza-se na área norte da cidade, junto às divisas de Petrópolis e Teresópolis. A região tem vista para o Dedo de Deus, famosa formação rochosa dessa região.

O distrito fica praticamente todo numa região de vale, pouco povoado, contando com poucas ruas principais e vilas de pequeno porte. Há décadas Santo Aleixo contava com uma importante fábrica têxtil e sua rotina era agitada pelo cinema, hoje desativado. Em Santo Aleixo foi onde surgiu a rede de supermercados Verone, antigo Rei dos Barateiros, que hoje, se encontra em diversos bairros de Magé e municípios adjacentes.

Santo Aleixo é um distrito muito famoso no estado do Rio de Janeiro por conta de seus tradicionais eventos, a Festa de Santo Aleixo, anualmente realizada no mês de julho no bairro da Capela, e pelo seu carnaval, que já há muitos anos vem sendo um dos principais da Baixada Fluminense.

Também é muito conhecido em diversos lugares do Rio de Janeiro pelos eventos que são realizados no Haras dos Anjos e pelas suas raves.

O distrito também conta com um crescente interesse turístico, o que se deve muito às belezas naturais da região, como em Andorinhas, além das suas cachoeiras. A Cachoeira do Monjolo é uma das mais concorridas nos finais de semana, formada por três quedas d´águas de até 45 metros e várias piscinas naturais. A primeira queda é “Monjolinho”, tem aproximadamente 15 metros de altura, a segunda próximo as trilhas tem 6 metros e a terceira é a "Monjolo", com 45 metros. A velocidade com que a água cai nas rochas forma um cenário de neblina eterna parecendo um véu. Na verdade, o fenômeno é chamado por conhecedores como atomização da água, com a força da queda a água se vaporiza e causa o efeito de neblina.

No que tange ao esporte, possui dois clubes rivais que disputam os campeonatos da Liga Mageense de Desportos: o Andorinhas Futebol Clube e o Guarany Futebol Clube, ambos formados a partir de fábricas têxteis.

TURISMO

Dentre os seus pontos turísticos, podemos citar o poço Bento, com água benta pelo jesuíta José de Anchieta. Outro atrativo é a estrada de ferro de Guia de Pacobaíba, hoje desativada, mas que, outrora, fazia a ligação com a cidade de Petrópolis. A família imperial tomava uma barca na cidade do Rio de Janeiro em direção a Guia de Pacobaíba e, de lá, tomava o trem para Petrópolis, a "cidade imperial". Tal ferrovia é, por exemplo, citada por Machado de Assis em seu livro Memorial de Aires. Foi a primeira estrada de ferro do país. Hoje, essa estrada histórica encontra-se abandonada.

Resumo sobre a historia de Magé

MAGÉ
Magé ou Majé[nota 1] é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro, integrante da região Metropolitana da capital fluminense. Localiza-se a 22º39'10" de latitude sul e 43º02'26" de longitude oeste, a uma altitude de cinco metros. Sua população estimada para 2009 foi de 244 334 habitantes.
História
Mauá, a primeira estrada de ferro do BrasilO desbravamento da região de Majé data dos primeiros tempos coloniais do Brasil. Em 1565, após a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro, Simão da Mota foi agraciado por Mem de Sá com uma sesmaria e edificou sua moradia no morro da Piedade, próximo do qual, ainda hoje, existe o porto de mesmo nome, a poucos quilômetros da atual sede municipal.

Alguns anos depois, Simão da Mota, com outros portugueses e inúmeros escravos, transferiu-se para a localidade Majepemirim, de onde se originou a atual cidade de Majé. Na época, viviam, na região, índios da tribo dos Tamoios, dos quais não restam mais vestígios. A povoação foi elevada à categoria de freguesia em 1696. Próximo, também se desenvolveu, a partir de 1643, a localidade de Nossa Senhora da Guia de Pacobaíba, que foi reconhecida como freguesia em 1755.


Centro de MagéDevido ao esforço dos colonizadores e à fertilidade do solo, Majepemirim e Guia de Pacobaíba gozaram de uma situação invejável no período colonial. Tanto numa quanto noutra, o elemento negro, introduzido em grande número, muito contribuiu para o desenvolvimento da agricultura e para a elevação do nível econômico local. Em 1789, Majé foi elevada à categoria de vila, obtendo, assim, sua emancipação, em 7 de junho de 1789 e instalação, em 12 de junho do mesmo ano, com território constituído de terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive as ilhas do arquipélago de Paquetá, na baía de Guanabara. No ano de 1810, foi a localidade tornada baronato e, no ano seguinte, elevada a viscondato. Em 1857, foram lhe atribuídos foros de cidade.

Para que se avalie a importância desse município, durante o Segundo Império foi construída, em suas terras, a primeira estrada de ferro da América do Sul. Inaugurada em 1854, a estrada de ferro Mauá, depois estrada de ferro Príncipe Grão-Pará, ligava as localidades de Guia de Pacobaíba e Fragoso, numa extensão de 14,5 km.

Em terras mageenses, o desbravador Bernardo Proença abriu, em 1726, o caminho de pedra que se tornou a primeira ligação entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais, quando os viajantes gastavam quinze dias para atingir Vila Rica (a atual Ouro Preto) embrenhando-se do litoral para a serra. Os desbravadores puderam conhecer a riqueza de uma terra fértil, generosa e rica em minerais. A partir das fazendas, dos engenhos e de pequenas capelas, surgiram os povoados, que também se transformaram em instalações militares que defendiam a baía de Guanabara dos ataques de piratas e mercenários. Para se alcançar a freguesia, embarcava-se na atual praça 15 de Novembro, no centro da cidade do Rio de Janeiro, numa falua (pequena embarcação), navegava-se até a foz do rio Inhomirim, de onde se atingia o porto da Estrela. O qual surgiu no final do século XVII, em Inhomirim (sexto distrito de Majé), com a construção da capela de Nossa Senhora da Estrela dos Mares.

Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica. Esse fato, aliado à insalubridade da região, fez com que desaparecessem as grandes plantações, periódicas ou permanentes. O abandono das terras provocou a obstrução dos rios que cortam quase toda a baixada do território municipal, alagando-a. Daí, originou-se o grassamento da malária, que reduziu a população local e paralisou por várias décadas o desenvolvimento econômico da região.

Sua localização privilegiada, próxima a cidades importantes, trouxe novo surto de desenvolvimento no século XX, com a implantação de várias indústrias, especialmente as têxteis. Em 1992, Guapimirim, então terceiro distrito de Majé, adquiriu sua autonomia, com consequente redução expressiva do território mageense.

[editar] SubdivisõesVer artigo principal: Subdivisões de Magé

Linha férreaFormação Administrativa A freguesia foi criada com a denominação de Majé, por alvará de 18 de janeiro de 1696 e por decretos estaduais nºs 1, de 8 de maio de 1892 e 1-A, de 6 de março de 1892.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Majé, por força de ato de 9 de junho de 1789, o seu território foi constituído com terras desmembradas do município de Santana de Macacu e da cidade do Rio de Janeiro, inclusive ilhas do pequeno arquipélago de Paquetá. Era constituído de cinco distritos: Majé, Guapimirim, Suruí, Inhomirim e Guia de Pacopahiba. Instalado em 12 de junho de 1789.

Elevado à condição de cidade com a denominação de Majé, por efeito da lei ou decreto provincial n.º 965, de 2 de outubro de 1857.

Pelos decretos estaduais nºs 1, de 8 de maio de 1892 e 1-A, de 3 de junho de 1892, foram criados os distritos de Inhomirim e de Santo Aleixo e anexados ao município de Majé.


PiabetáEm divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de seis distritos: Majé, Guapimirim, Guia de Pacobaíba, Inhomirim, Santo Aleixo e Suruí. Assim permanecendo em divisão territorial datada de I-VII-1960.

Pela lei estadual nº 1772, de 21 de dezembro de 1990, desmembrou do município de Magé o distrito de Guapimirim, o qual foi elevado à categoria de município.

Em síntese de 31-XII-1994, o município era constituído de seis distritos:

1º - Centro
Centro, Citrolândia, Magemirim, Lagoa , Barbuda, BNH, Flexeira, Nova Marília, Saco, Parque Iriri, Vila Esperança, Vila Nova, Mundo Novo, Canal, Roncador, Piedade, Parque Cruzeiro, Parque Boneville, Barão de Iriri, Nova Brasilia, Vila Nova,Vila Inca, Caixa D'água, São Carvalho, União, Vila Liberdade, Maria Conga, Iriri, Parque do Iriri, Beira Rio


Santo Aleixo2º - Distrito de Santo Aleixo
Santo Aleixo, Andorinhas, Morro do Chalé, Morro do Cavado, Morro do Pau-a-Pique, Morro da Escola, Morro das Cabritas, Morro do Saco, Morro Magalhães, Morro do Serão, Morro do Britador, Jardim Esmeralda, Municipal, Poço Escuro, Santanna

3º Distrito do Rio do Ouro
Conceição, Rio do Ouro, Sant'Anna

4º Distrito de Suruí
Suruí, Partido, Santa Dalila, Prainha

5º Distrito da Guia de Pacobaíba
Guia de Pacobaíba, Mauá, Imperador, Leque Azul, Ipiranga, Cantinho da Vovó

6º Distrito da Vila Inhomirim
Piabetá, Pau Grande, Vila Inhomirim, Fragoso, Fazenda, Ilha, Vila Carvalho, Jardim Nazareno, Jardim Novo Horizonte, Maurimárcia, Parque Santana, Bongaba, Parque dos Artistas, Paraíba, Parque Paranhos, Parque Caçula, Limeira, Parque Estrela, Parque Paraíso,São Sebastião, Sayonara, Inhomirim e Vila Recreio.

Assim permaneceu em divisão territorial datada de 2007.

[editar] GeografiaOcupa uma área de 386,61 km². Magé limita-se ao norte com Petrópolis, ao oeste com Duque de Caxias, ao leste com o município de Guapimirim e ao sul com a baía de Guanabara.

VOCES SABIAM?Que A menor temperatura já registrada no município foi de 2,4 °C no dia 2 de agosto de 1955 em Pau Grande, acompanhada de uma geada fraca.

Achei muito interessante!

terça-feira, 8 de março de 2011

FLOR DE MAGÉ

Considerada uma das três agremiações mais tradicionais da cidade, membros da escola afirmam ser a escola de samba mais antiga do Brasil, pois pode ter sido fundada no dia 14 de dezembro de 1900.Com o nome de Academia Mageense e anos depois, com o nome atual.

Flor de Magé

Cores Vermelho, azul e branco
Símbolo Flor
Bairro Centro
Presidente Agnaldo dos Santos
Presidente de honra Nilton dos Santos
Intérprete oficial Henrique
Diretor de carnaval Carlão
Diretor de harmonia Carlão
Diretor de bateria Orlando
Rainha da bateria Fabiana
Mestre-sala e porta-bandeira César e Viviane
Coreógrafo Carlinhos



Infelizmente não tenho foto do desfile de carnaval daquela época, mas se alguém que esteja vendo este blog que fez parte daquele momento maravilhoso,quiser enviar sua foto junto a escola ficarei muito feliz em publicar!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

show de Sandra de Sá



Fotos com ótimos momentos do show de Sandra de Sá e a apresentação de seu fã "Douglas Brasil" em sua homenagem!